Tudo se passa como se as distinções sociais e os processos formativos da infância e da adolescência fossem irrelevantes ou de pouca monta e a renda do adulto simbolizasse seu mérito individual. Esse é um argumento absurdo, já que apenas a socialização diferencial na infância e na adolescência pode explicar tamanha variação de renda e de prestígio social do indivíduo adulto.
— JESSÉ SOUZA