Deus ainda responde processo pelos "males" do mundo, e a opção fatal pelo ser cria, ipso facto, o reino da moralidade. Toda a parafernália de perdições e salvações deverá seguir-se à ansiosa criação de um mundo imperfeito, ou, para melhor dizer, à imperfeita criação de um mundo qualquer. Por que a criatura não preferiria não sofrer em absoluto, em vez de ser-lhe oferecida depois a possibilidade de "salvar-se" do sofrimento?
— JULIO CABRERA